quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Foco: não trabalhamos

Pego o aparelho de celular novo, tento editar um contato, não consigo, xingo e sinto saudade do meu Nokia. Dou F5 no meu outlook. Entro no email da empresa, respondo um email, saio do email da empresa, entro no meu email pessoal. Pego o celular de novo e ajusto o despertador para amanhã. Fico escolhendo o melhor toque para acordar - afinal, isso é muito importante. Deixo o pc de lado, passo pro notebook. Fico olhando pra tela aberta com o exercício que tenho que preparar. Vejo que recebi um email no outlook do pc. Vou pro pc e respondo o email. Entro no Facebook. Entro no Twitter. Saio de ambos. Volto para o email pessoal. Consigo editar um contato no celular e penso que foi excelente escolha ter dado o Nokia pro meu namorado.Tento desativar o tal de motoblur, não consigo, sinto saudade do Nokia novamente. Mas aí consigo desativar o motoblur e acho que fiz uma boa escolha de aparelho (principalmente porque paguei 30 reais por ele). Olho de novo pro exercício no notebook e começo a ter ideias. Pego o lápis para rabiscar minhas ideias e vejo que o mesmo precisa ser apontado. Pego o apontador e vejo que o depósito dele está cheio. Jogo os restos mortais de lápis no lixo e penso que deveria escrever no blog. Escrevo mas fico de olho na tela do notebook, com a aula que não consigo preparar.

E tudo isso por que?

Porque não consigo parar de pensar que se não fosse uma homônima desgracenta que mora em Valinhos e está sendo processada, eu já teria alugado meu novo lar.

Não dá ter foco quando se tem uma homônima fraudulenta solta por aí, manchando o nome dela, que vem a ser também o meu nome.

Tem como ter foco com uma ameaça dessas solta pelas ruas?

Não tem, gente, não tem.

2 comentários:

Fabiane Ariello disse...

A única parte de ter um nome imenso e mexicano como o meu (Fabiane Marina, quem merece?) é que certamente não tenho homônimos, e meu santo nome não será manchado em vão.

Boa sorte aí (inclusive para se concentrar) :)

Mari Biddle disse...

Já vou concordar com a Fabiane! Eu tenho um nome imenso e ainda adotei o sobrenome do marido para o negócio ficar bem complicado tanto nos EUA quando no BR.

Vou mandar energias positivas para você! E um ebó virtual para a homônima. bjs